As alegações finais estão feitas e muito em breve serão conhecidas as medidas que vão penalizar a Google pela posição monopolista no mercado das pesquisas online. Como todos os cenários são maus, a empresa já avisou que vai recorrer.
A Comissão Europeia publicou as medidas propostas pela Microsoft para responder às preocupações de concorrência relacionadas com a integração do Teams no Office.
Um executivo da Apple admitiu no julgamento da Google que a empresa está ativamente a trabalhar para integrar tecnologias de pesquisa baseadas em IA, de outros fabricantes, nas pesquisas realizadas através do browser Safari. As ações da Alphabet caíram logo em seguida.
O mesmo tribunal que concluiu que a Google tinha violado a lei antimonopólio no mercado da pesquisa online deu hoje início a um novo julgamento para decidir quais são as medidas corretivas apropriadas. O Departamento de Justiça dos EUA defende que o “remédio” certo é a venda do Chrome.
Acusada de levar a cabo uma estratégia de aquisições com o objetivo de criar um monopólio, a Meta enfrenta o processo judicial mais sério da sua história nos Estados Unidos, que pode terminar com a venda de parte do grupo fundado por Mark Zuckerberg.
Apesar de estar livre da obrigação da venda dos investimentos feitos em empresas como a Anthropic, o Departamento de Justiça dos Estados Unidos mantém planos para levar a Google a tribunal para obrigá-la a vender o Chrome, acusada de monopólio ilegal da Pesquisa.
Os processos da Epic Games contra a Apple e a Google arrastam-se na justiça, sem que as decisões, amplamente diferentes para as suas empresas, sejam completamente cumpridas. Agora é a Google a tentar reverter as penalizações por ter sido considerada um monopólio no Android.
A China anunciou a abertura de investigação à Google por alegadas práticas de monopólio, ao mesmo tempo que aplicou tarifas a produtos dos Estados Unidos para responder à subida das taxas de 10% aplicadas às importações chinesas por Donald Trump.
Paulo Trezentos reúne neste artigo a análise, e pontuação, das barreiras que persistem no mundo das aplicações devido ao monopólio da Apple e Google e olha também para as tendências de 2025.