A Check Point Research detetou uma nova campanha de phishing em grande escala que se aproveita das notificações de quarentena de emails para enganar vítimas, em particular, utilizadores empresariais.
Os investigadores da Check Point Research avançam que, no primeiro trimestre do ano, registou-se um aumento de quase 50% no número de ciberataques. O ransomware continua a ameaçar organizações, com uma subida de 126% neste tipo de ataque.
O recente ataque à rede social X foi reivindicado por um grupo de hacktivistas. De acordo com a Check Point Research, o grupo pró-Palestina Dark Storm é especializado em ataques DDoS e reapareceu após um período de inatividade.
Os investigadores da Check Point Research afirmam que o incidente que envolveu a Bybit marca uma nova fase nos métodos de ataque, demonstrando que as “cold wallets” não são tão seguras quanto se pensava e que a indústria das criptomoedas precisa de reforçar as medidas de segurança.
O motor Godot, utilizado por uma comunidade de cerca de 1,2 milhões de jogadores, está na mira dos cibercriminosos para espalhar malware, aproveitando-se de práticas pouco seguras dos utilizadores.
Plataformas que usam IA para gerar conteúdo para contas falsas em redes sociais e serviços de deepfakes, emails de spam ou de falsificação de documentos são alguns dos usos dados por cibercriminosos à tecnologia.
Segundo os investigadores da Check Point Research, Ao longo do ano passado, 10% das organizações em todo o mundo foram alvo de uma tentativa de ataque de ransomware. Por comparação, em 2022, esta percentagem situava-se nos 7%.
A Walmart foi a marca mais imitada em ataques de phishing durante o terceiro trimestre do ano. Para lá multinacional americana de retalho, a Microsoft ocupa o segundo lugar, mas não é a única tecnológica que surge nesta lista.