A partir dos telescópios instalados no deserto chileno do Atacama, os astrónomos observaram a interação violenta entre duas galáxias que compararam a uma justa medieval entre dois cavaleiros, com direto a "lanças" e tudo.
Tornados, ciclones e furacões são fenómenos que causam estragos na Terra, mas pelos vistos não só. Cientistas detetaram agora ventos planetários numa escala completamente diferente e fora do Sistema Solar.
A supergigante vermelha WOH G64 situa-se a uns impressionantes 160.000 anos-luz de distância da Terra, mas ainda assim foi possível obter uma imagem extremamente nítida, graças ao Very Large Telescope.
A 5.300 anos-luz de distância da Terra, nuvens frias de poeira cósmica criam a ilusão de uma silhueta de um lobo fantasmagórico, pronto para assustar os transeuntes mais desprevenidos.
Astrónomos assistiram, pela primeira vez em tempo real, ao despertar de um buraco negro massivo que, de repente, começou a banquetear-se com o gás disponível nas suas imediações, fazendo brilhar intensamente a galáxia SDSS1335+0728 onde “mora”, a 300 milhões de anos-luz de distância da Terra.
Os buracos negros estelares formam-se a partir do colapso de estrelas de grande massa e os anteriormente identificados na Via Láctea são, em média, cerca de 10 vezes mais massivos que o Sol. Este é mais do triplo e está extremamente perto da Terra.
Novos dados obtidos no ESO sugerem que HD 148937 teria originalmente três estrelas, mas duas delas chocaram entre si e fundiram-se. Este evento violento deu origem a uma nuvem circundante e alterou para sempre o destino do sistema estelar.