Desde 2020 que os Estados Unidos usam a frequência de 6 GHz para o Wi-Fi e a China alocou-a para o 5G e 6G há dois anos. Mas na Europa, os reguladores ainda não tomaram decisões, levando ao alerta das operadoras de telecomunicações.
Os investigadores conseguiram enviar dados pelo ar a uma velocidade de 938 Gb pode segundo por uma frequência entre 5-150 GHz. Este registo é 9.380 mais rápido que a melhor média de velocidade do 5G disponível no Reino Unido.
Os trabalhos da criação da normalização estão a decorrer e devem estar prontos até 2030. Até lá, as redes 5G implementadas pelos Estados-membros estão em atraso para cumprir as metas da União Europeia.
O 5G ainda não “aqueceu o lugar” mas os testes com equipamentos 6G já começaram e apontam resultados promissores para uma tecnologia que pode ser 500 vezes mais rápida.
Dois anos depois do lançamento do Conselho do Comércio e Tecnologia, União Europeia e Estados Unidos fazem um balanço do trabalho feito e lançam pistas para o futuro, explicando as áreas onde estão a juntar esforços de I&D para potenciar valor da IA e os novos domínios de cooperação que a mesma tecnologia vai motivar.
Os três projetos ligados ao 6G, coordenados pela Universidade de Aveiro, contam ainda com a colaboração da Altice Labs, a Ubiwhere e a AltranPortugal, assim como empresas como a Nokia, a Airbus ou a Samsung.
Era expectável que o mais recente Galaxy S23 oferecesse comunicação via satélite como os modelos iPhone 14, mas apenas agora a Samsung está a confirmar o hardware Exynos Modem 5300.