Desenvolvida a pensar, sobretudo, nos investigadores, a nova ferramenta da criadora do Claude é Open Source e, através de gráficos interativos, mostra os passos que os modelos de IA seguem para gerar respostas.
O Claude vai começar a permitir conversas de voz com os interlocutores da app da Anthropic. Numa primeira fase em inglês e com limites para quem usa a versão gratuita do assistente de IA generativa.
Nos muitos testes que são feitos aos modelos de inteligência artificial antes de serem lançados há testes de segurança e ética. O chatbot Claude da Anthropic mostrou algumas decisões ousadas nos testes da última versão.
Um estudo analisou chatbots de inteligência artificial, como o ChatGPT, Claude, Gemini, Llama, Grok e DeepSeek, concluindo que quando se pede respostas breves às questões, estes degradam a informação factual, o chamado efeito de “alucinação”.
Miguel Oliveira fala das oportunidades de uma nova tendência de organização da informação por modelos de IA que se tornarão também os maiores consumidores de conteúdo digital.
O que se passa na “mente” de um modelo de IA? Os investigadores da Anthropic decidiram averiguar e, através de dois novos estudos, mostram como o Claude, o modelo de linguagem de grande escala (LLM, na sigla em inglês) desenvolvido pela empresa, raciocina.
A startup Anthropic, rival da OpenAI, lançou um novo modelo de inteligência artificial generativa que garante poupar muito tempo aos programadores de software devido às suas capacidades de programação. O Claude 3.7 Sonnet é mais rápido a responder, mas também pode pensar e dar respostas mais detalhadas.
Três dos chatbots de Inteligência Artificial mais populares foram sujeitos a testes para detetar sinais precoces de demência e todos mostraram marcas de declínio cognitivo, tal como os humanos, indicando que dificilmente poderão vir a substituir os médicos.