As alegações finais estão feitas e muito em breve serão conhecidas as medidas que vão penalizar a Google pela posição monopolista no mercado das pesquisas online. Como todos os cenários são maus, a empresa já avisou que vai recorrer.
Os resultados financeiros da Alphabet, Meta e Microsoft fazem antever mais um ano animado na tecnologia, mesmo com a incerteza que continua a pairar na economia. As tecnológicas ultrapassaram todas as previsões: faturaram e lucraram ainda mais que o previsto.
O anúncio da imposição de novas tarifas por parte do Governo de Donald Trump reacendeu os receios acerca de uma nova guerra comercial mundial. O impacto também se fez sentir na bolsa de valores, com as ações de várias gigantes tecnológicas a afundarem: da Apple à Microsoft.
A Comissão Europeia concluiu hoje que a Alphabet, dona da Google, violou a Lei dos Mercados Digitais (DMA) ao impedir que criadores de aplicações móveis ofereçam serviços a utilizadores fora da Play Store.
A Alphabet, dona da Google, chegou a um "acordo definitivo" para comprar a empresa americana de cibersegurança Wiz por 32 mil milhões de dólares (29,35 mil milhões de euros).
No verão passado a startup israelita Wiz disse não a uma proposta da Google que envolvia 23 mil milhões de dólares, mas aparentemente desta vez vai ceder. As negociações estarão em fase avançada.
Alphabet, Meta e Microsoft já mostraram as contas do terceiro trimestre do ano e as três conseguiram surpreender o mercado pela positiva, com lucros e receitas a crescer acima do previsto. A culpa é da IA e dos investimentos massivos na cloud.
A matemática pode ajudar a descobrir quem será a primeira das empresas cotadas a inaugurar o clube dos 4 biliões de dólares, ou não. A história recente voltou a provar que previsibilidade e mercado de capitais não são propriamente sinónimos, mas os indicadores podem dar algumas pistas.
Seria o maior negócio da história da Google e da sua casa-mãe Alphabet mas a startup israelita recusou uma proposta de 23 mil milhões de dólares, para poder continuar a decidir o seu próprio destino.