Recentemente, o projeto COSMOS (Cosmic Evolution Survey) revelou o que descreve como a maior visão de sempre do universo profundo, com base em 1,5 TB de dados recolhidos pelo telescópio espacial James Webb.
São imagens inéditas e dados surpreendentes para os cientistas. As auroras de Júpiter brilham e movimentam-se centenas de vezes mais que as auroras boreais da Terra e perceber porquê vai ajudar a compreender melhor o maior planeta do sistema solar.
Os cientistas recomendam cautela na análise dos dados, mas uma investigação revela que a atmosfera do planeta K2-18b perece ter a assinatura química de pelo menos uma de duas moléculas associadas à vida.
A temperatura fria e o campo magnético peculiar de Neptuno sempre desafiaram os cientistas, mas graças à sensibilidade em infravermelho do telescópio James Webb, há novas descobertas a “iluminar” o gigante gelado.
O supertelescópio James Webb continua a transformar a compreensão do universo, mostrando que, mesmo no caos aparente, o cosmos pode criar obras-primas visuais de uma beleza incomparável. É o caso deste "tornado".
As imagens diretas de exoplanetas são raras, mas nada que o telescópio James Webb não seja capaz de fazer, ajudando a desvendar os mistérios e a entender melhor como estes mundos se formam e evoluem.
Desde as anãs castanhas da Nebulosa da Chama até galáxias distantes e padrões cósmicos enigmáticos, o telescópio espacial James Webb continua a abrir portas para uma nova era da astronomia com descobertas importantes.
Com a ajuda do telescópio James Webb, cientistas estão a avançar na compreensão da meteorologia exoplanetária e descobriram que as variações de brilho observadas no objeto SIMP 0136, uma massa planetária flutuante, são mais complexas do que se pensava.
A análise mais detalhada do buraco negro supermassivo no centro da Via Láctea revelou que o disco giratório de gás e poeira (disco de acreção) que o orbita emite um fluxo constante de explosões sem períodos de descanso.