A Polícia Judiciária deteve dois homens, suspeitos de crimes de branqueamento, burla qualificada, falsidade informática e acesso ilegítimo, vulgarmente conhecidos por “CEO Fraud”.
As detenções foram feitas pela Polícia Judiciária hoje, no concelho de Loures, e os dois homens são suspeitos de pertencerem a um grupo organizado transnacional.
Polícia Judiciária (PJ) deteve hoje um homem suspeito de crimes de branqueamento, burla e acesso ilegítimo, com ganhos superiores a um milhão de euros, através do esquema de burla CEO Fraud.
A detenção da mulher envolvida num esquema de burla conhecido como CEO Fraud foi feita ontem pela Unidade Nacional de Combate ao Cibercrime e Criminalidade Tecnológica da Polícia Judiciária.
A PSP alerta para as 9 burlas mais utilizadas através do telemóvel e as medidas para evitar cair em esquemas na altura de fazer negócios, procurar emprego.
A Polícia Judiciária deteve um grupo de 5 pessoas, com idades entre os 23 e 45 anos, por alegados crimes de burla qualificada, acesso ilegítimo e branqueamento de capitais ligados a esquemas de CEO Fraud.
O homem detido é suspeito de práticas de crimes de falsificação de documentos e branqueamento de capitais, utilizando técnicas conhecidas como CEO Fraud e Man in the Middle.
Operação e-Phishing da Polícia Judiciária resultou na detenção de 13 suspeitos de pertencerem a grupo criminoso organizado e prática de crimes informáticos financeiros com ganhos acima a um milhão de euros.
Nos últimos meses tem aumentado o número de casos relacionados com CEO Fraud, que pode levar ao roubo de elevados valores monetários. A nova campanha foca-se no roubo de dados associados à Chave Móvel Digital.