O tribunal dos Estados Unidos negou o pedido da Apple que pedia um congelamento nas leis que impediam a gigante tecnológica de cobrar taxas a developers que levassem os clientes para fora da App Store.
É oficial. O multimilionário Elon Musk anunciou a saída do Governo de Donald Trump e do DOGE depois de mostrar a sua deceção com o megaprojeto fiscal e orçamental do presidente republicano, que diz prejudicar o trabalho que desempenha como assessor na área da eficiência.
O relógio está a contar e a aplicação de pesadas taxas às importações da China e da India aproxima-se. Nas lojas aumentam a procura de produtos da Apple e as perguntas sobre o impacto. Nos bastidores, a dona do iPhone tenta reforçar ao máximo os stocks locais.
As taxas referem-se aos custos de aplicação do Regulamento dos Serviços Digitais. Somam 58 milhões de euros, pagos pelas mesmas empresas que a Comissão Europeia mantém sob escrutínio mais aperto. Três não concordam e já recorreram à justiça.
As vendas nos Estados Unidos das plataformas chinesas de comércio eletrónico Temu e Shein caíram, após o novo Presidente norte-americano, Donald Trump, ter abolido a isenção de taxas sobre encomendas avaliadas em menos de 800 dólares (770 euros).
Uma decisão do Tribunal Constitucional defende que não há base legal para a cobrança de taxas pela Anacom que custaram aos operadores entre 170 e 400 milhões de euros, o valor que pode vir a ter de ser devolvido.
O objetivo da ação judicial é responsabilizar a Apple de abusar de posição dominante no mercado, aplicando taxas injustas a serviços de streaming de música que não são da empresa.
Apesar de permitir que os developers comuniquem e promovam ofertas nos seus próprios websites e a partir das apps, a Apple introduziu novas taxas de pagamento.