A investigação da PJ teve início em 2022, tendo identificado diversas transferências das vítimas para as contas bancárias do casal suspeito que foi hoje detido.
A Polícia Judiciária deu conta de que concluiu a investigação a uma rede de burlas que usava as redes sociais para falsos arrendamentos de casas de férias. Foram identificadas e ouvidas 143 vítimas, constituídos 20 arguidos, três dos quais em prisão preventiva.
A Polícia Judiciária deteve dois homens, suspeitos de crimes de branqueamento, burla qualificada, falsidade informática e acesso ilegítimo, vulgarmente conhecidos por “CEO Fraud”.
Numa altura em que a procura por pirataria audiovisual cresce em Portugal, a IA agrava o fenómeno e dificulta os esforços de combate por parte das autoridades e entidades relevantes, como destacado durante o III Colóquio Internacional sobre Pirataria e Conteúdos Audiovisuais, que decorreu em Lisboa.
As detenções foram feitas pela Polícia Judiciária hoje, no concelho de Loures, e os dois homens são suspeitos de pertencerem a um grupo organizado transnacional.
Ameaças de alegadas dívidas fiscais e bloqueio de contas bancárias é a nova burla que a Polícia Judiciária está a alertar. Os criminosos fazem-se passar pela Unidade de Informação Financeira da PJ.
A campanha de sensibilização da PJ sobre a pirataria audiovisual salienta não apenas o impacto para a economia, como também coloca em risco a segurança dos utilizadores que fazem download desses ficheiros ilegais.