É a segunda tentativa da empresa japonesa de colocar uma sonda na Lua, mas tudo parecia correr bem até que a empresa perdeu o contacto com a Resilience, nos minutos cruciais da missão.
O rover chinês Zhurong, parte da missão Tianwen-1, encontrou evidências de uma antiga linha costeira em Marte, sugerindo a existência de um oceano que correu no planeta há 3,5 mil milhões de anos.
Na academia da ESA, os estudantes universitários programam rovers 3D em simulações que preparam os robots para enfrentar os desafios do planeta vermelho.
A ChemCam é um dos instrumentos na "cabeça" do Curiosity e que dá ao rover aquele “visual fofo” como se estivesse a olhar em redor. Na verdade, aponta para baixo, para o solo marciano e completou há pouco tempo um milhão de fotografias tiradas.
O rover Perseverance da NASA encontrou uma rocha 'intrigante' na superfície de Marte, que pode ter alojado vida microbiana há milhares de milhões de anos, segundo dados divulgados na sexta-feira pela agência espacial norte-americana.
O rover Curiosity da NASA esteve parado durante a conjunção solar no final do ano passado, mas ainda antes conseguiu captar um conjunto de imagens que foram transformadas em timelapses do dia em Marte.
Os remoinhos, como aquele que o Perseverance conseguiu captar, são um dos mecanismos que permitem a redistribuição de poeira à superfície do Planeta Vermelho e a sua observação pode ajudar os cientistas a compreenderem melhor a atmosfera marciana.
Além do progresso do rover Pragyan, a Organização Indiana para a Investigação Espacial avança que o o instrumento ChaSTE (Chandra's Surface Thermophysical Experiment), a bordo do lander Vikram, também já começou a fazer as primeiras observações.
O veículo de exploração da NASA encontra-se agora na formação delta na Cratera de Jezero, um lago seco que os cientistas acreditam haver uma boa hipótese de serem encontradas provas de vida antiga.