A Netcraft utilizou IA generativa para manter interações com os cibercriminosos a longo prazo, descobrindo uma estrutura financeira que suportava redes de fraudes em todo o globo, atuando como “mule-as-a-service”.
O Departamento da Justiça dos Estados Unidos quer uma pena de três anos para o ex-CEO da Binance, a maior corretora de cripto do mundo, por violar lei do país que permitiu a lavagem de dinheiro.
A proposta de lei do Governo italiano prevê penas mais duras para crimes que utilizam ferramentas de Inteligência Artificial, incluindo manipulação dos mercados de lavagem de dinheiro.
A PJ realizou oito mandados de detenção e 34 buscas domiciliárias. A organização criminosa opera em todo o país, organizando um circuito financeiro para branqueamento dos capitais. Suspeita-se que os movimentos financeiros sejam superiores a 10 milhões de euros operados em Portugal.
A rede criminosa, composta por cidadãos de nacionalidade estrangeira, foi responsável pelo branqueamento de mais de 38 milhões de euros, dos quais, cerca de seis milhões passaram por Portugal.
Apesar de ter recuperado parte dos bens líquidos, ainda não se sabe a extensão das perdas dos clientes da FTX, que declarou falência em novembro. Mas já foram identificados 9 milhões de clientes, cujos nomes ainda estão a ser mantidos em anonimato.
Um recém-divulgado estudo aponta para os esquemas de “mula de dinheiro”, de “Multi-Customer Cross Wallet Activity”, assim como para a utilização de criptomoedas, como as principais ameaças na luta contra a lavagem de dinheiro.