O Barreiro está mais digital, num projeto que conta com várias soluções desenvolvidas pela NOS e suportadas por 5G, para impulsionar o comércio local e promover o desenvolvimento económico e a sustentabilidade da região.
A Hisense pretende expandir-se para além dos televisores e eletrodomésticos. Na CES mostrou as novas soluções para cidades inteligentes, inovações na medicina e ainda tecnologia de IA para automóveis.
Os prémios do Digital With Purpose já foram entregues, destacando-se um projeto da Huawei com Inteligência Artificial nas pescas, que também ganhou o Biodiversity Award. A plataforma UBBU recebeu o prémio de Educação e o MyCharge, da Tawain Mobile, o de Smart Cities.
A Warpcom juntou o melhor (neste caso) de três mundos ao aplicar, no escritório de Lisboa, a solução Cisco Smart Workspaces: maior eficiência energética, melhor ambiente de trabalho híbrido e um “show room” para mostrar aos clientes como tudo funciona.
Vila Nova de Famalicão e Lagoa têm em marcha os seus projetos de transformação para cidades inteligentes. As estratégias são muito diferentes mas mostram que as visões de médio/longo prazo já não são exclusivas dos grandes centros.
As cidades inteligentes ainda estão a dar os primeiros passos. Promover a interoperabilidade de dados continuará a ser um dos grandes desafios deste percurso, que terá outros testes de fogo, como a segurança, favorecidos pelo potencial de tecnologias que ainda estão a mostrar o que podem fazer pelas cidades, como o 5G ou a IA.
Cidades como Lisboa e Porto já estão a orientar as suas estratégias de Cidades Inteligentes para tirar mais e melhor partido dos dados que vêm recolhendo ao longo dos últimos anos. Os planos para o futuro passam por uma aposta ainda maior nesta área.
Nos últimos anos surgiram diferentes aplicações e plataformas para apoiar a transição digital das cidades, muitas já estão a ser usadas um pouco por todo o país para melhorar a mobilidade, promover eficiências ou gerir recursos de forma inteligente, mas não só.
O tema das Smart Cities voltou a estar na moda mas desta vez o volume de projetos no terreno é grande e a urgência de algumas mudanças é maior ainda. Veja o que já está a mudar nas cidades portuguesas e o que falta fazer para escalar resultados e aproveitar a onda de entusiasmo.