Políticos que fizeram parte do governo dos Estados Unidos, jornalistas e funcionários de tecnológicas visados em ciberataques sofisticados de hackers ligados à China.
O software Pegasus tem sido utilizado por governos e grupos políticos para fins de espionagem, algumas vezes através de redes sociais como o WhatsApp. A Meta conseguiu provas de um desses casos e o tribunal validou argumentos. A NSO vai pagar 168 milhões de dólares.
Os investigadores da ESET descobriram um grupo APT até agora desconhecido que tem ligações à China e está envolvido em várias operações de ciberespionagem. Num dos casos mais recentes, o grupo atacou um popular serviço sul-coreano de VPN.
De momento, o TikTok mantém a atividade normal, mas já há preparativos para o “adeus” aos EUA, caso o desfecho não seja favorável. Tudo depende do Supremo Tribunal e do impacto político que Donald Trump, fã assumido da rede social, poderá ter na decisão final.
Numa operação que contou com a ajuda das autoridades francesas, os Estados Unidos conseguiram eliminar o PlugX de milhares de dispositivos. Este malware é normalmente usado para ciberespionagem por hackers associados ao governo chinês.
As sanções impostas à Coreia do Norte são contornadas como as mais diversas estratégias para roubar criptomoedas ou ganhá-las através de chantagem e financiar o programa militar do país. Investigadores de segurança revelam algumas das técnicas mais usadas.
Uma fuga de informação permitiu chegar aos detalhes do projeto Kylo, que desde 2022 tenta descredibilizar a Ucrânia e desassossegar os europeus. Os relatórios também mostram que os espiões russos conseguem espalhar o medo e a incerteza sem ter de gastar muito.
A maioria das vítimas tinha telemóveis Samsung, com os utilizadores de modelos da Xiaomi, Vivo e Huawei a constituírem o segundo maior grupo de visados, mostra uma análise da Check Point. Os resultados demonstram a popularidade dos dispositivos em vários mercados.