Aegirocassis ou Cambropachycope dizem-lhe alguma coisa? Podem passar a dizer mais se espreitar a “exposição” que acaba de estrear no Google Arts & Culture, onde estes animais pré-históricos ganham vida digital.
A mais recente criação da startup portuguesa ONTOP vai agora competir pelo prémio de melhor jogo do ano dos Auggie Awards, contra títulos como Angry Birds. Os vencedores serão anunciados no dia 28 de maio e o estúdio garante que não se vai deixar vencer pelas barreiras criadas pela COVID-19.
Em Chauvet: Meet the Ancestors, o mais recente projeto da Google Arts & Culture, os utilizadores podem ver que segredos escondem as pinturas pré-históricas das cavernas de Chauvet, na região francesa de Ardeche.
Muitos defendem que a próxima década vai ser a mais importante dos últimos tempos. Saímos dos anos 2010 politicamente divididos e ambientalmente mais conscientes e a tecnologia “ajudou” a isso tudo. Mas também, fundamentalmente, a mudar a forma de fazer negócio.
A Inkhunter é para quem gostava de fazer uma tatuagem, mas está com dúvidas quanto ao tipo de desenho ou sobre a parte do corpo onde ficará melhor. Aqui a tecnologia vai ajudar a decidir.
Muitos provavelmente pensam que os óculos inteligentes da Google já "morreram" há muito, mas a verdade é que eles andam por aí, em áreas de negócio específicas. E agora têm uma nova edição.
A rececionista é virtual, há câmaras em zonas críticas e a gestão da marcação de salas de reunião é ajudada por sensores. São três exemplos, entre outros, de tecnologias para os escritórios do futuro que a Konica Minolta mostra a partir de Amsterdão.
As organizações que queiram continuar a ser relevantes na sua área têm que encarar as novas tecnologias como forças complementares, que devem ser adotadas e incorporadas de forma harmoniosa nos processos corporativos tradicionais.