A investigação da PJ teve início em 2022, tendo identificado diversas transferências das vítimas para as contas bancárias do casal suspeito que foi hoje detido.
O inspetor-chefe da Polícia Judiciária, Luís Afonso, aconselha a que se tenha muito cuidado com a informação partilhada nos sistemas de inteligência artificial (IA), adiantando que a polícia está a fazer um forte investimento nesta área.
O suspeito é de Vila Nova de Foz Côa e está ligado a burla no uso de cripto e branqueamento de capitais, tendo prejudicado dezenas de vítimas no último ano.
A Polícia Judiciária deu conta de que concluiu a investigação a uma rede de burlas que usava as redes sociais para falsos arrendamentos de casas de férias. Foram identificadas e ouvidas 143 vítimas, constituídos 20 arguidos, três dos quais em prisão preventiva.
A Polícia Judiciária deteve 10 suspeitos do Norte ao Sul do país de estarem associados a contrafação e uso de cartões bancários, assim como equipamentos para pagamento e branqueamento de capitais.
A Polícia Judiciária deteve dois homens, suspeitos de crimes de branqueamento, burla qualificada, falsidade informática e acesso ilegítimo, vulgarmente conhecidos por “CEO Fraud”.
As detenções foram feitas pela Polícia Judiciária hoje, no concelho de Loures, e os dois homens são suspeitos de pertencerem a um grupo organizado transnacional.
Ameaças de alegadas dívidas fiscais e bloqueio de contas bancárias é a nova burla que a Polícia Judiciária está a alertar. Os criminosos fazem-se passar pela Unidade de Informação Financeira da PJ.