No centro da iniciativa entre a Capgemini e o Instituto de Telecomunicações está o QuLab, um laboratório dedicado à investigação de tecnologias óticas clássicas e quânticas, incluindo a geração e caraterização de estados quânticos.
A inteligência artificial parece estar em todo o lado e as grandes tendências tecnológicas para o próximo ano confirmam-no. A IA generativa é uma das grandes protagonistas de um ranking feito pela Capgemini. As outras quatro chegam ao top graças ao impacto da IA.
Além de haver mais serviços públicos online, o desempenho também melhorou, atingindo 76 pontos em 100, mas há diferenças entre governo central e local, além de falhas na acessibilidade.
Portugal tem todos os ingredientes para começar a ser o próximo Silicon Valley da Europa, mas o problema é que a Investigação e Desenvolvimento representa apenas 1,7% do PIB, bem abaixo da média e das metas europeias.
Um estudo da Capgemini aponta que quase 8 em 10 empresas está a fazer uma transição para um mundo mais digital e sustentável. Apenas 25% do potencial é aproveitado.
Um estudo da Capgemini para a Comissão Europeia aponta o fosso que ainda existe entre utilizadores transfronteiriços para aceder aos serviços públicos disponíveis online em toda a Europa.
As opções de pagamento mais modernas ganham cada vez mais expressão como alternativa física, mesmo face a opções desmaterializadas mais tradicionais. Em 2027 já devem pesar 30% num mercado com 2,3 biliões de transações non-cash.
Apesar da confiança e do entusiasmo em relação ao potencial das ferramentas, um estudo do Research Institute da Capgemini revela que os consumidores têm um baixo nível de sensibilização para os riscos e questões éticas da tecnologia de IA generativa.