Portugal e Espanha tiveram um aumento da desinformação eleitoral, particularmente em eleições legislativas, sendo os partidos de extrema-direita, como o Chega, as principais fontes, segundo relatório da SmartVote.
Neste artigo de opinião, Rui Martins analisa o estado da presença digital dos partidos políticos portugueses a caminho das eleições legislativas, com base num estudo sobre os seus websites, e aponta diferenças significativas na qualidade das páginas.
A ANSOL pegou em propostas que já tinha feito em 2024 e retomou questões importantes, mas adicionou o tema da soberania digital, alegando que as mudanças do último ano justificam uma reflexão aprofundada.
Depois de perceber a posição de alguns partidos políticos e das organizações de eSports, falta perceber o papel das editoras dos videojogos, aqueles que se assumem como os “donos da bola” nas questões do desporto eletrónico.
As organizações de eSports apoiam a discussão em torno da legislação do sector, mas pedem ajuda para equiparar atletas do desporto eletrónico ao tradicional.
Equiparar os eSports com o desporto convencional é um tema que está em cima da mesa de discussão dos partidos, organizações e associações. O Partido Socialista, Iniciativa Liberal e Chega já falaram sobre o tema. O que dizem as propostas?
Com o rápido avanço tecnológico e o impacto positivo de atividades ligadas à inovação e à proteção de propriedade intelectual (PI) na sociedade, surge a indagação: será que os partidos políticos em Portugal consideraram estes campos nos seus programas eleitorais? Se sim, de que forma?
As redes sociais já estão no centro do palco das campanhas eleitorais e nesta arena o peso dos partidos é bem diferente daquele que têm no Parlamento. Que peso terá a performance das redes nos votos? É difícil prever mas algumas pesquisas dão umas pistas.