O BlackBird, da startup austríaca CycloTech, é o primeiro veículo aéreo do mundo com seis ciclorotores. Precisou apenas de 11 meses para transformar o conceito no papel ao primeiro teste de voo.
É uma das mais antigas e emblemáticas empresas europeias a trabalhar em futuros táxis aéreos elétricos (eVTOL). A Volocopter está à beira da rutura. A solução pode passar pela venda do negócio a uma empresa chinesa. A companhia não é a única europeia do sector em risco.
A Vertical Aerospace está desde 2016 a desenvolver o seu táxi aéreo de quatro lugares. O eVTOL elétrico deu mais um passo importante agora para chegar ao mercado, completando a primeira fase dos testes de voo com o protótipo pré-comercial VX4.
Xpeng, Toyota, Boeing , Volocopter ou Hyundai são algumas das fabricantes e startups que querem fazer história em colocar os automóveis no céu. Os Jogos Olímpicos de Paris estiveram quase para ser uma montra o potencial de táxis aéreos, mas a burocracia ainda é um entrave.
A Xpeng AeroHT, subsidiária do fabricante chinês de veículos elétricos Xpeng dedicada ao desenvolvimento de carros voadores, angariou 150 milhões de dólares (137 milhões de euros) na sua última ronda de financiamento.
As autorizações regulatórias são a última grande barreira para os táxis aéreos autónomos da Wisk, uma empresa detida pela Boeing, começarem a voar. Os especialistas acreditam que estas aeronaves vão demorar a voar. A marca é mais otimista.
O Mobile World Congress 2024 recebeu a segunda edição do Journey to the Future, com espaço para carros e robots voadores, drones com sistemas de IA, computação à base do poder gerado por neurónios e um “café sobre rodas” autónomo.
O veículo voador conceptual Hyundai S-A2 foi mostrado durante a CES 2024, garantindo lugar para piloto e quatro passageiros. Este táxi voador atingiu o mais recente marco no roadmap para comercialização e uso diário dos passageiros.