O Japão pretende criar um tipo de visto para os nómadas digitais, profissionais estrangeiros que trabalham remotamente para as suas empresas, para que possam ficar mais tempo no país.
Novos dados avançados pela Talent Portugal revelam que os regimes de trabalho flexíveis vieram para ficar. De 204 organizações portuguesas que participaram na mais recente edição do Diretório de Empresas, 55% permitem teletrabalho.
Num cenário em que as empresas híbridas se tornam cada vez mais o novo normal, a quantidade de dias de trabalho remoto e a flexibilidade para escolher os dias no escritório e em casa destacam-se como fatores cruciais de diferenciação, defende Elizabeth Pugeat.
Segundo dados avançados por um novo estudo da Flatio, a Espanha é o destino que mais nómadas digitais querem visitar no futuro (14,5%), seguindo-se o Brasil e a ilha da Madeira (ambos com 13,3%).
A percentagem de profissionais portugueses a trabalhar remotamente além-fronteiras passou de 18,6% no ano passado para 22,6% em 2023. Entre as empresas, apenas 10,6% da força de trabalho portuguesa vem de outros países.
O trabalho remoto traz oportunidades mas também riscos de concorrência pelo talento português. Pedro Moura avisa que há uma grande procura da parte de empresas internacionais e que 20% da força de trabalho em tecnologia já trabalha para fora sem sair de Portugal.
Seja um nómada digital ou simplesmente alguém que quer aproveitar o bom tempo para trabalhar fora de casa: para que não lhe falte nada na mala ou mochila, o SAPO TEK compilou uma lista com 6 acessórios práticos.
A Microsoft partilhou algumas dicas para ajudar a recuperar o equilíbrio nesta nova era de trabalho híbrido, ajudando a encontrar o seu tempo pessoal e profissional.