Está marcada para dia 5 de junho a 12ª edição da Iniciativa Portuguesa do Fórum da Governação da Internet (IGF) que pretende explorar os pontos de viragem que moldam o futuro digital.
Mais de metade dos clientes inquiridos num estudo da Vodafone sobre inteligência artificial consideram que as empresas experientes na aplicação desta tecnologia são mais propensas a fazer previsões precisas.
As máquinas serão sempre criadas para nos servir a nós, como ferramentas, defende Paulo Dimas, o homem ao leme do Centro para a IA Responsável, onde se conjugam esforços para criar produtos que levem valores “humanos” para o mundo das máquinas inteligentes. O futuro da inteligência artificial está no presente e tem várias frentes.
Rui Miguel Figueiredo destaca as vantagens da automação que a Inteligência Artificial traz mas sublinha a importância do cuidado com o cliente que gera confiança a longo prazo.
O Estado e as empresas têm hoje um sentido de ética digital acrescido e mais exigente e a gestão de expectativas é fundamental, defende Francisco Jaime Quesado.
Num inquérito realizado a consumidores europeus, o ChatGPT já foi experimentado por metade dos utilizadores de internet. A procura de informações é a principal utilização da inteligência artificial.
Ao SAPO TEK, Andrew Donaher, Vice President, Consulting, AI, Data & Digital, da CGI, realça como uma abordagem “Speed to Trusted Action” assume um papel cada vez mais relevante, permitindo às organizações tirar mais partido dos dados para tomarem decisões informadas.
Nos últimos anos, o mundo das criptomoedas entrou na consciência de todos, mas questões como a falta de regulação ou a utilização de criptomoedas em cibercrimes estão a fazer com que a confiança diminua.
Com novos hábitos de consumo há também novos desafios e é importante transmitir confiança aos consumidores, como defende Andreia de Brito neste artigo de opinião.