A tendência atual é manter os novos lançamentos de videojogos com funcionalidades online. Mas o que acontece quando as editoras desligam os servidores? Petição quer impedir que esses títulos desapareçam.
O recente caso da violação coletiva em Loures é um dos casos apontados pelo grupo de mulheres que recusam o silêncio, usam as redes sociais para expor agressores e formaram um exército de resistência feminina: "Se tocam numa, respondemos todas".
O parlamento debate hoje uma petição com mais de 23 mil subscritores que defende a proibição do uso de telemóvel na escola, uma medida recomendada pelo Ministério da Educação, mas adotada por uma minoria de escolas.
O Movimento Menos Ecrãs, Mais Vida pediu uma audiência ao Ministro da Educação, onde pretende apresentar propostas para a regulação do uso de smartphones nas escolas portuguesas. Diz que é urgente que governo actue nas escolas portuguesas, tal como está a ser feito um pouco por todo o mundo.
O reconhecimento dos riscos de uso excessivo de telemóveis e tablets pelos mais jovens levou à criação do Movimento Menos Ecrãs, Mais Vida que quer dinamizar uma mudança nas escolas e que defende que é urgente reduzir a exposição excessiva e promover a socialização.
Desde segunda feira que o site Petição Pública está a ser alvo de um ciberataque de larga escala, com milhões de acessos por segundos aos servidores. Até ao momento não há indicação de que o ataque DDoS possa estar relacionado com as petições para a mudança do nome da ponte pedonal depois da Jornada Mundial da Juventude ou o abate dos sobreiros no Parque Eólico de Morgavel, duas das mais mediáticas dos últimos dias.
Os casos próximos, e a ideia de pôr as pessoas a pensar e a falar sobre a socialização saudável nos recreios, foram o ponto de partida para lançar a petição “Viver o recreio escolar, sem ecrãs de smartphones!”. Mónica Pereira, porta-voz do grupo, explica os objetivos e próximos passos.
A petição online, intitulada "Viver o recreio escolar, sem ecrãs de smartphones!" contava, ao início da tarde de hoje, com 670 assinaturas defendendo mudanças "em prol da socialização das crianças nos recreios".
A petição pretende sensibilizar o Banco de Portugal e a SIBS para revelarem o nome das entidades que geram as referências de pagamento de Multibanco usadas em potenciais burlas aos utilizadores. Entidades associadas a burlas devem ainda ver as suas licenças suspensas.