O resultado das experiências, realizadas em laboratório, é uma forma de vida multicelular que se situa para além das fronteiras tradicionais da vida e da morte.
DOOM continua a ser usado como tubo de ensaio a experiências inesperadas. Na mais recente, uma estudante do MIT conseguiu usar bactérias do intestino para correr o famoso jogo.
Os filetes são criados a partir de células de garoupa cultivadas em laboratório, que são depois misturadas com uma “bio-tinta” à base de ingredientes vegetais. Os filetes de "peixe" impressos em 3D podem chegar a alguns mercados internacionais no próximo ano.
Desenvolvido por cientistas das universidades de Harvard e de Emory, este peixe artificial biohíbrido, criado a partir de células estaminais humanas derivadas de músculos cardíacos, poderá ajudar os investigadores a desenvolver uma nova plataforma que permitirá um estudo mais aprofundado de condições cardíacas.
Através desta nova tecnologia, os cientistas poderão estudar as células ao longo do seu ciclo de vida, programando o sistema para capturar imagens ao longo de semanas.