Um novo estudo mostra que o consumo de energia associado à IA já representa 20% das exigências energéticas dos data centers. Segundo os especialistas, as necessidades da tecnologia podem duplicar até ao fim do ano.
O projeto “Pegada 4.0” foca-se em cinco indicadores essenciais: dióxido de carbono, recursos hídricos, poluição difusa, paisagem e biodiversidade. O objetivo é medir e reduzir o impacto ambiental das práticas agrícolas, promovendo uma produção mais sustentável.
Um estudo publicado na revista Nature mostra que o degelo dos glaciares em todo o mundo está a esgotar os recursos regionais de água doce e a fazer com que o nível global do mar suba a taxas cada vez mais rápidas.
Assistentes pessoais com IA capazes de fazer pesquisas, táxis-robot, combustíveis produzidos a partir de óleo alimentar e resíduos industriais, e novos avanços no desenvolvimento de tratamentos para a HIV estão entre as tecnologias que prometem mudar o mundo já este ano.
A ZERO abriu inscrições para o 5º curso de formação de Eco-Embaixadores que dá acesso a formação e ferramentas especiais para identificar a presença de substâncias químicas perigosas e reduzir a sua exposição, protegendo a sua saúde e o ambiente.
O serviço europeu Copernicus já tinha publicado hoje dados que mostram que o ano de 2024 ultrapassou pela primeira vez os 1,5°C (graus celsius) acima do nível pré-industrial. Agora a NASA confirma os dados
Nos EUA, na Irlanda, no Uruguai ou no Chile, os ambientalistas opõem-se ao aumento de centros de dados. Consomem muita energia e água, afetam o clima e o bem-estar das populações, acusam os ativistas.
Avaliando dados de temperatura que remontam a 1880, o mês de agosto foi o mais quente de sempre, com 1,3 graus Celsius acima da média. A NASA já admite que 2024 pode bater recordes.