O mercado global de software e eletrónica automóvel deverá atingir os 462 mil milhões de dólares até 2030 e a cloud é cada vez mais relevante, como nota Oleksandr Horbachenko neste artigo de opinião.
Para cumprir os compromissos digitais europeus, a Microsoft reforçou o controlo da privacidade dos dados, assim como a robustez da resiliência digital.
John Gazal alerta para os desafios dos datacenters e diz que os fornecedores de cloud, especialistas em infraestruturas, arquitetos de datacenters e agentes inovadores, devem esforçar-se para reduzir e controlar o consumo de energia a todos os níveis, para mitigar o impacto.
Baseada num projeto Open Source, a PixelUnion funciona de maneira semelhante ao Google Fotos, mas com funcionalidades que prometem uma maior privacidade.
Para Santiago Méndez, o futuro das empresas é privado, com cloud privada, IA privada e dados privados, e os parceiros têm um papel fundamental no apoio a esta transição.
Paulo Coelho destaca a importância de uma abordagem cloud-native à cibersegurança e lembra que 44% dos servidores, redes e sistemas estão perto do fim da vida útil e já não suportam atualizações.
Nos últimos cinco anos, os operadores de telecomunicações aumentaram em 21% o valor criado pelas suas atividades, mas o retorno acionista baixou. A exceção vai para as empresas mais pequenas que conseguem rácios mais positivos nestes indicadores.
Durante um evento do Atlantic Council, Brad Smith, presidente da Microsoft, anunciou o reforço da parceria da tecnológica com a Europa através de um novo conjunto de compromissos, em áreas como data centers, resiliência digital, privacidade, cibersegurança e competividade económica.
Em entrevista ao SAPO TEK, Paulo Veiga, CEO da Empresa de Arquivo de Documentação explica como o apagão de eletricidade deve ser analisado pelas empresas na gestão e continuidade de informação em momentos de crise. O papel não deve ser abandonado para dar lugar à cloud e Portugal deveria adotar a energia nuclear, aponta.