Durante um espetáculo num planetário, os cientistas norte-americanos descobriram que diversos cometas podem vir em direção à Terra a partir da Nuvem de Oort.
Mesmo com o apagão a permitir ver melhor as estrelas, é difícil superar a beleza das imagens captadas pelos telescópios espaciais e que revelam os segredos do Universo.
O ano de 2024 foi um verdadeiro espetáculo visual para os entusiastas do espaço e da Terra. De telescópios a satélites, passando pelos registos dos astronautas na ISS, imagens deslumbrantes enriqueceram os álbuns icónicos da NASA.
Durante o pico, esperam-se até 15 meteoros por hora, uma exibição moderada, mas vibrante, que compensa pela velocidade impressionante: cada meteoro das Leónidas pode atingir 70 km por segundo, deixando rastos luminosos e duradouros no céu.
Satélites, sondas, telescópios ou mesmo astrofotógrafos amadores captam constantemente imagens da Terra e do Espaço que a NASA destaca nos seus álbuns. Cometas, auroras e tempestades estiveram “sob os holofotes” em outubro.
Designer durante o dia e astrofotógrafo à noite, David Cruz viu algumas das imagens, que registou sob os céus do Alentejo, destacadas pela Agência Espacial Europeia. O cometa do século está entre os protagonistas e só não há auroras boreais... pelo menos por enquanto.
Conhecido como cometa do século, o C/2023 A3 (Tsuchinshan-ATLAS) anda por aí a "rasgar" os céus, e desta vez será visível a olho nu em Portugal este domingo, a manterem-se as condições de observação do céu, sem nuvens.
Depois de captar a passagem do cometa do século e de pedir ajuda para identificar uma luz vermelha misteriosa, o astronauta da NASA Matthew Dominick não quis deixar o espaço sem voltar a mostrar a beleza das auroras boreais vistas da janela do seu “quarto” na ISS.
Já imaginou o deserto do Saara pintado de verde? Ou um eclipse de foguetão? As imagens são reais e juntam-se às melhores fotografias da Terra e do Espaço destacadas pela NASA no mês de setembro. Mas há mais protagonistas, entre eles o cometa do século.