Entre danças de buracos negros e fenómenos extremos, galáxias distantes e visões dos múltiplos mundos que compõem o nosso Sistema Solar, a NASA destaca uma nova coleção de imagens espaciais impressionantes.
Mesmo com o apagão a permitir ver melhor as estrelas, é difícil superar a beleza das imagens captadas pelos telescópios espaciais e que revelam os segredos do Universo.
Quando fez uma passagem por Urano em 1986, a sonda Voyager 2 da NASA ajudou os cientistas estimar que um dia neste planeta tinha 17 horas, 14 minutos e 24 segundos. Agora, com a ajuda do telescópio espacial Hubble, astrónomos descobriram que, afinal, o dia em Urano é um pouco mais longo.
A temperatura fria e o campo magnético peculiar de Neptuno sempre desafiaram os cientistas, mas graças à sensibilidade em infravermelho do telescópio James Webb, há novas descobertas a “iluminar” o gigante gelado.
As imagens diretas de exoplanetas são raras, mas nada que o telescópio James Webb não seja capaz de fazer, ajudando a desvendar os mistérios e a entender melhor como estes mundos se formam e evoluem.
A pergunta de estarmos ou não sozinhos no universo mantém-se e, ao contrário, da ideia de que os planetas mais promissores para encontrar vida extraterrestre são "segundas Terras", a resposta pode estar em mundos muito diferentes e em gases raramente considerados.
Com a ajuda do telescópio James Webb, cientistas estão a avançar na compreensão da meteorologia exoplanetária e descobriram que as variações de brilho observadas no objeto SIMP 0136, uma massa planetária flutuante, são mais complexas do que se pensava.
Para fechar fevereiro com chave de ouro, sete planetas vão enfeitar o céu, num desfile especial que só se volta a repetir em 2040. Veja qual é a melhor hora para observar o fenómeno e uma alternativa para o acompanhar online caso as condições do local onde se encontre não sejam as melhores.