Em 2025, Portugal celebra o 40.º aniversário da sua adesão ao CERN (Organização Europeia para a Investigação Nuclear), um marco histórico para a ciência nacional, que continua a gerar conhecimento, mas também talento e impacto global.
A CERN e a CLOUD conseguiram replicar em laboratório um fenómeno de novas partículas de aerossol das florestas amazónicas, que estavam em observação nos últimos 20 anos. Descoberta pode permitir a realização de previsões mais precisas sobre o clima no futuro.
João Fernandes saiu de Portugal há mais de 20 anos para passar dois e foi ficando. Fez carreira no CERN onde neste momento lidera o projeto de transformação da infraestrutura tecnológica do laboratório. O Porto está à distância de uma escapadinha de fim-de-semana. A carreira vai continuar a avançar na Suíça.
O laboratório rescindiu o acordo que tinha com a Rússia, mas continuará a trabalhar com o Joint Institute for Nuclear Research (JINR) em Moscovo. Os cientistas que passarem a colaborar com instituições fora da Rússia poderão permanecer.
Nos próximos cinco anos a InnoWave vai trabalhar com o CERN. Tiago Gonçalves, CEO da tecnológica portuguesa, explicou ao SAPOTEK por onde vai começar a parceria e como surgiu a oportunidade de trabalhar com o organismo europeu.
A inteligência artificial está a transformar-se numa ferramenta útil em muitas áreas, nomeadamente na física de partículas. No LHC do CERN a tecnologia está a ser usada para procurar partículas parceiras do bosão de Higgs.
A combinação das experiências ATLAS e CMS do LHC mostraram a primeira evidência de um raro decaimento do Bosão de Higgs, algo que os cientistas precisam para provar a existência de partículas além das previstas no chamado Modelo Padrão.
Foi assinalado esta semana o 10º aniversário da descoberta do bosão de Higgs, que também foi designado como a partícula de Deus. O site do CERN sobre a descoberta científica e o impacto na investigação da origem do Universo é de consulta obrigatória para quem quer saber mais sobre o tema.
Já passaram 10 anos sobre a descoberta do bosão de Higgs através do acelerador Large Hadron Collider do CERN mas a investigação continua e é fundamental para perceber os segredos do universo. Amanhã avança uma nova fase do LHC e as expectativas são elevadas.