Programas de IA são cada vez mais usados para imitar a voz ou imagem de alguém real para fins maliciosos. Uma nova companha com deepfakes nos EUA dá o mote para o FBI divulgar alguns conselhos de segurança.
O FBI tem assistido a um aumento nos esquemas que usam ferramentas de conversão de ficheiros online para infetar computadores com malware. Ferramentas para descarregar MP3 ou MP4 e plataformas que combinam múltiplos ficheiros num só também são usadas nos esquemas.
Antes de proceder ao ataque, o veterano do exército responsável pelo massacre em Nova Orleães utilizou os óculos inteligentes da Meta para gravar a área.
Seja na utilização do Gmail, Outlook ou Apple Mail, ninguém está seguro contra as campanhas maliciosas, com ofertas impressionantes, mas que se revelam ser phishing ou publicidade enganosa.
Estão a ser investigados avistamentos de drones na costa leste dos Estados Unidos, mas o FBI e a Segurança Nacional querem mais autoridade para lidar com este tipo de aparelhos.
A Apple está entre a espada e a parede, de um lado o FBI que quer aceder a conteúdos encriptados do iPhone, do outro, uma ação em tribunal de sobreviventes de abusos sexuais de crianças por não ter tomado medidas nos conteúdos guardados no iCloud.
Na operação policial dirigida pelo FBI, foram apreendidos mais de 25 milhões de dólares em criptomoedas e, ainda, vários bots de negociação, responsáveis por milhões de dólares em transações de branqueamento de capitais.
As autoridades já conseguiram confirmar ataques a 43 empresas, que se tornaram vítimas preferenciais por usarem passwords e sistemas de autenticação fracos. Foram detidas 12 pessoas pelas atividades que, na Europa, tinham centro na Alemanha.
Os ciberataques de ransomware terão afetado 17 organizações em 11 estados norte americanos em 2022. O hacker norte-coreano agora indiciado pertence ao grupo Andariel que opera sob a alçada da agência de inteligência da Coreia do Norte, diz o Departamento de Estado dos EUA.