O recente ataque à rede social X foi reivindicado por um grupo de hacktivistas. De acordo com a Check Point Research, o grupo pró-Palestina Dark Storm é especializado em ataques DDoS e reapareceu após um período de inatividade.
No mais recente relatório da Cloudflare, foram divulgados dados sobre os ataques de DDoS relativos a 2024. A empresa travou, em média, 4.870 ataques por hora, sendo a Indonésia o principal país de origem.
Foram desmanteladas 27 das mais populares plataformas que fornecem serviços para ataques DDoS. A operação conjunta envolveu a coordenação com as diversas polícias internacionais, incluindo a Polícia Judiciária.
A Cloudflare analisou os dados dos últimos 10 anos relativos a ataques DDoS e detalha as tendências de evolução, com a utilização de máquinas virtuais, e comportamentos mais agressivos
Segundo os dados da Cloudflare, durante as eleições presidenciais dos Estados Unidos não foram observadas disrupções às campanhas ou os websites dos governos locais com origem em ciberataques. Ainda assim houve 6 mil milhões de tentativas de ataque por DDoS.
A plataforma do Internet Archive que permite regressar ao passado do ciberuniverso está novamente online, mas apenas em modo de leitura e ainda um “tanto ou quanto” instável, após os ciberataques de que foi vitima.
É considerado o serviço do género mais rentável a nível global e todas as semanas as suas ferramentas seriam usadas para lançar milhares de ataques DDos. O DigitalStress foi desmantelado pelas autoridades britânicas mas as investigações continuam.
O portal Internet Archive diz que os dados não foram afetados, mas a maioria dos seus serviços não estão disponíveis depois de dias como alvo de ataques DDoS.
Só o serviço de transporte ferroviário polaco recebe cerca de dois mil ataques por dia. A maioria dos ataques vem da Rússia e aumentou desde que começou a guerra na Ucrânia.