A Amnistia Internacional (AI) diz que a rede social TikTok "está a tornar-se um espaço cada vez mais tóxico e viciante", potenciando o risco de os jovens acederem a conteúdos depressivos e relacionados com a automutilação.
Embora as preocupações com o “vício da internet” estejam por detrás de várias decisões políticas em todo o mundo, os resultados de um novo estudo estabelecem uma relação com o bem-estar positivo. Ainda assim, há dados menos bons e surgem entre as mulheres jovens.
Gigantes tecnológicas acusadas de manterem design viciante nas suas redes sociais, originando situações de depressão e tentativas de suicídio pelos jovens.
A ministra do Trabalho, Ana Mendes Godinho, disse hoje que o Governo irá avaliar o estudo sobre o vício do jogo da raspadinha para depois avançar para a tomada de medidas.
O código de conduta definido pelas associações de pais é de aplicação voluntária, mas todas as organizações de pais da região optaram por implementar a medida de proibição de uso de smartphones entre os menores de 13 anos.
As ferramentas estatísticas e os alertas não intrusivos podem ajudar os jogadores mais compulsivos a controlar o tempo e o dinheiro que investem nas apostas online.
Os temas da saúde mental são cada vez mais importantes e a preocupação da indústria de videojogos levou à criação de uma organização que promove os ambientes e comportamentos positivos e presta ajuda a quem precisa.
Uma investigação interna do Facebook, realizada há alguns anos, registou o impacto que a rede social tem no sono, relações pessoais e no trabalho de cerca de 12,5% dos seus utilizadores. O estudo faz parte dos documentos partilhados pela denunciante Frances Haugen.
As empresas comprometeram-se a ajudar a regular a indústria e prometem introduzir sistemas de reconhecimento facial para identificar os menores. A indústria teme que o Governo tenha uma mão mais pesada contra o gaming.