O Arquivo.pt mantém online um programa com vários cursos que ajudam a desenvolver competências para preservar e pesquisar informação online. São destinados a vários tipo de públicos e a frequência é gratuita.
As candidaturas abrem hoje referem-se ao concurso para atribuição de bolsas de investigação para Doutoramento em todos os domínios científicos, na linha geral e em ambiente não académico.
Online desde 2007, o Arquivo.pt tem vindo a crescer em número de páginas de internet guardadas mas também em tecnologia. Mais do que um repositório de “memória digital” da Internet em Portugal, quer ser uma base de conhecimento para investigação e novos projetos. O treino de LLMs portugueses como o AMÁLIA é um dos potenciais a explorar.
O DUVOPS pretende criar um protótipo funcional, combinando inteligência artificial, gémeos digitais e frotas autónomas, para uma monitorização e intervenção mais eficiente e estratégica dos oceanos. Para ambiente de ensaio foi escolhida uma zona de Troia.
A Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT) e a Agência para a Modernização Administrativa (AMA) lançaram um novo concurso para projetos de investigação. As candidaturas para o concurso DigitalTwins4SmartTerritories (DT4ST): Gémeos Digitais decorrem entre 26 de fevereiro e 26 de março.
A nova política estabelece que os resultados de investigação financiada com fundos públicos devem ser de acesso livre e reutilizáveis por todos. Artigos científicos, livros, monografias, teses de doutoramento e dissertações de mestrado estão no grupo de publicações abrangidas.
MIT-Portugal, CMU-Portugal e UT Austin-Portugal são as três parcerias emblemáticas que há quase 20 anos juntam universidades portuguesas e americanas. Vão continuar até 2030, com um financiamento de 84 milhões de euros.
Foi um tema polémico no final do ano passado, o da renovação das parcerias para a ciência e I&D com três universidades americanas. Um estudo independente vem agora confirmar o impacto positivo dos acordos, na mesma semana em que o Governo autoriza a despesa para a 4ª fase das parcerias.
Apontando a 1.000 exoplanetas, a missão Ariel vai usar instrumentos precisos para detetar variações de luz mínimas, no seu objetivo de desvendar a composição química das atmosferas destes mundos extraterrestres distantes. E há engenharia e ciência portuguesa envolvidas.