Muitas pulseiras de smartwatches de marcas como a Apple, Samsung e Fitbit contêm níveis alarmantes de PFAS, compostos químicos nocivos para a saúde e de grande impacto ambiental, por serem de difícil degradação.
Embora com um aumento projetado de 6,1% para este ano, o mercado de wearables deverá abrandar em 2025. Entre as fabricantes, a Huawei tem-se destacado, liderando nas vendas de smartwatches.
O Natal chega ao pulso com as novas braceletes em verde e vermelho, que dão ao Huawei Watch GT 5 o estilo ideal para quem quer juntar a celebração da época com as funcionalidades de um relógio inteligente. Também pode fazer as delícias dos adeptos do Sporting e do Benfica...
A nova coleção Casio Pac-Man combina nostalgia e inovação com quatro modelos, do elegante aço inoxidável ao prático relógio-calculadora, passando por designs néon e até funcionalidades “modernas”.
A nova coleção de relógios que junta a ESA à Swatch aproveita imagens espetaculares da Terra vistas do espaço, captadas pelos satélites Sentinel. Além da possibilidade de personalização, há também tecnologia contactless integrada.
A China está a “puxar” pelas vendas de relógios e braceletes inteligentes e isso tem dado mais espaço aos fabricantes locais para crescerem. A Apple sofre as consequências, enquanto a Samsung tem conseguido encontrar novo espaço para crescer, mas menos.
Ainda há muito quem prefira relógios tradicionais, mas são cada vez mais os leitores do SAPO TEK que recorrem a relógios e pulseiras inteligentes para monitorizar a sua saúde.
Depois de um enorme crescimento, o segmento dos wearables “desceu à terra” e os volumes de vendas ajustaram-se, mas há novos gadgets no segmento a disputar atenção com os EarPods e com outros “vestíveis”.
A empresa tinha recorrido à justiça para tentar reverter a decisão que a impedia de vender os relógios das linhas Apple Watch Series 9 e Apple Watch Ultra 2, devido a uma disputa de patentes na área da saúde.