Mais de 88% dos residentes em Portugal com 16 a 74 anos eram utilizadores da Internet e mais de 90% das famílias tinham acesso à Internet em casa em 2024, divulgou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).
O número de acessos à internet em 2023 aumentou 2,9%, face ao ano anterior, com a fibra ótica a crescer 7,1%, segundo dados do Instituto Nacional de Estatística divulgados esta sexta-feira.
As engenharias estão entre as áreas em que Portugal forma muitos quadros que acabam por ir trabalhar para fora. Os dados da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto e do Instituto Superior Técnico mostram em que medida e para onde mais vão os seus ex-alunos.
Os salários na tecnologia são pouco competitivos em Portugal e isso tem dado o mote para muitos profissionais terminarem os estudos e procurarem uma carreira internacional. Alguns fazem-no mesmo sem sair do país, a trabalhar para empresas fora. É o caso de David Sopas, que partilha a experiência e a visão de quem também é empreendedor.
Procurar uma vida melhor pode significar várias coisas. Falámos com vários engenheiros portugueses que escolheram viver e trabalhar fora e percebemos que quase sempre isso quer dizer procurar melhores oportunidades de carreira e um melhor equilíbrio entre vida pessoal e profissional, com mais rendimento é certo.
Os números mostram que a emigração continua a subir e que o talento qualificado escolhe cada vez mais sair do país. Mudam-se os destinos e mantêm-se razões para um fenómeno que afinal pode ter menos a ver com o nível de desenvolvimento económico dos países do que se pensava.
Os números do INE relativos ao emprego revelam que há 4,98 milhões de portugueses empregados e que, no final de 2023, 17,8% trabalhavam a partir de casa em modelo de teletrabalho, mas a maioria com regimes híbridos.
Os serviços de televisão por subscrição estão em quase 90% dos lares, mas continua a existir uma fatia da população que, porque não quer ou porque não pode pagar, prefere o sinal aberto. Veja que outros hábitos marcam o consumo de TV pelos portugueses.
A maioria dos portugueses adultos tem competências digitais de nível básico ou acima disso, mas o número de compras online em Portugal é ainda inferior à média da União Europeia (UE), segundo o INE.