As novas previsões da Gartner, acerca de fugas de dados relacionadas com IA, realçam que a rápida adoção da tecnologia pelos consumidores ultrapassou o ritmo de desenvolvimento de medidas de gestão de dados e segurança.
Estudo internacional conclui que os líderes das organizações estão a investir em inteligência artificial generativa a longo prazo, para melhorar a performance dos negócios e cultura do trabalho.
Depois de perceber a posição de alguns partidos políticos e das organizações de eSports, falta perceber o papel das editoras dos videojogos, aqueles que se assumem como os “donos da bola” nas questões do desporto eletrónico.
A solução permite às equipas de tecnologias de informação e segurança identificar colaboradores e grupos de risco que utilizam palavras-chave fracas ou comprometidas e tomar medidas proativas para proteger os sistemas da empresa, mesmo que distribuídos.
Eficácia das organizações, proximidade com o cidadão e sociedade mais inclusiva e promoção da sociedade mais inovadora e digital são as três categorias a concurso.
A equação que mistura digitalização e sustentabilidade precisa de um propósito, para que governos e organizações possam entender como desenhar e usar as tecnologias “bem”, não só na dimensão económica, mas também na social e na ambiental.
O projeto é liderado pelo INESC-ID, a Fundação Champalimaud e a Unbabel que querem fazer a ponte entre o mundo académico, empresarial e o setor público. Um dos objetivos é capacitar a sociedade portuguesa e os decisores públicos para a literacia em IA.
As mais recentes previsões da IDC vão estar em destaque hoje durante o evento IDC Cloud - The Art of Cloud Optimisation, em Lisboa, com foco no debate sobre a crescente digitalização dos negócios.