O alerta foi dado pelo Tribunal de Contas, que indica que entre 2020 e 2021 foram gastos 7,9 pelo Estado em cartões SIM para ligação à Internet, destinados às escolas durante a pandemia.
A esmagadora maioria da tecnologia utilizada no ensino à distância durante a pandemia em 49 países, incluindo o Brasil, permite a empresas recolher informações sobre crianças e adolescentes, alertou hoje uma organização não governamental (ONG).
Nascido na Escola Superior de Educação do Politécnico do Porto e premiado na edição de 2020 do programa Born From Knowledge Ideias, o projeto Kendir Studios ainda está numa fase embrionária, mas já tem vindo a fazer progresso e, como conta Eduardo Nunes ao SAPO TEK, planeia lançar o seu primeiro jogo ainda antes do final do ano.
Numa auditoria ao Ministério da Educação, o Tribunal de Contas destaca que a autorização para a aquisição de 386 milhões de euros em meios digitais para as escolas foi tardia, com parte dos equipamentos a chegarem aos alunos só no ano letivo de 2020/21. “A mais de 60% só chegará no ano letivo seguinte”.
O eGlass é um quadro transparente e iluminado, equipado com uma câmara, que tanto pode ser utilizado na sala de aula como através de uma chamada de videoconferência.
Um relatório do Centro de Investigação Comum da Comissão Europeia indica que as crianças e adolescentes a estudar à distância se depararam mais frequentemente com situações de risco online durante o primeiro confinamento em 2020. Porém, as abordagens de mediação proativa dos pais representam um papel importante nas experiências digitais positivas dos mais novos.
Depois da primeira experiência em 2020, os alunos de todos os ciclos de ensino voltaram à telescola e videoconferências a 8 de fevereiro. O balanço desta nova fase de ensino à distância é visto como positivo.
Na Flashcards Maker tanto alunos como professores podem criar cartões de estudo virtuais detalhados. A app gratuita conta ainda com uma versão para utilizar no browser, onde é possível fazer backup dos dados, assim como editar e organizar todos os seus “flashcards”.
2020 acelerou a transição para um mundo digital, e a previsão é de que este é um caminho sem retorno, por isso Werner Vogels defende que este será um ano de mudanças significativas e elenca as principais neste artigo de opinião.