A lei proibiria contas de redes sociais para crianças menores de 14 anos e exigiria permissão dos pais para uso por crianças de 14 e 15 anos, mas juiz emitiu ordem a impedir que entrasse em vigor.
Há mais uma acusação a abalar o mundo dos chatbots de inteligência artificial: desta vez, pela sugestão dada a um jovem para matar os seus pais, como resposta ao limite de tempo de ecrã que estes tinham definido.
Há vários países a ponderarem limitar o uso das tecnologias digitais por crianças, incluindo Portugal, preocupados com os impactos no desenvolvimento e na saúde mental. Depois da Austrália, aqui mesmo ao lado, em Espanha, avaliam-se estratégias ainda mais restritivas.
A Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) do Brasil abriu hoje um processo contra o TikTok e exigiu mudanças para corrigir irregularidades no tratamento de dados de crianças e adolescentes.
Os resultados fazem parte de um estudo da organização sem fins lucrativos Thorn, que pretendeu medir a dimensão do problema, e são considerados alarmantes, tendo em conta o intervalo de idades abrangido, que começa nos nove anos.
Milhões de menores de 13 anos foram submetidos a uma recolha extensiva de dados, interagiram com utilizadores adultos e acederam a conteúdos para adultos, entre as acusações dos Estados Unidos à rede social TikTok.
Prevista para ser lançada até ao final do verão, a nova aplicação “Carteira Digital” funciona como uma espécie de licença digital que permite aos utilizadores provarem que têm mais de 18 anos, garantindo assim que apenas pessoas maiores de idade acedem a sites pornográficos.