As vendas de dispositivos com suporte para realidade virtual ou aumentada cresceram 10% no ano passado, mas 2025 não deve replicar a tendência. Será um ano de pausa antes de um 2026 explosivo.
O ser humano é cada vez mais um “ser quantificado”. Os wearables contam passos e batimentos cardíacos e, em laboratório, interfaces cérebro-computador são utilizados há muito. Mas há limitações.
Numa nova "review", Mark Zuckerberg desafia a Apple e defende que o Meta Quest 3 acaba por se afirmar como uma melhor opção para a vasta maioria das coisas que as pessoas fazem em ambientes de realidade mista.
Com suporte a realidade virtual e aumentada, o XR-4 é o mais recente headset da Varjo. Os preços começam nos 3,990 euros e há versões ainda mais caras, a rondar quase 10.000 euros.
Incialmente a Apple tencionava lançar o Vision Pro logo em janeiro, mas teve de mudar de planos. Acredita-se também que, para assinalar o lançamento oficial do headset, a empresa da maçã poderá realizar um novo evento.
Ao todo, o novo Meta Quest 3 alcançou uma pontuação de 4 em 10 na escala de reparabilidade da iFixit, uma pontuação justificada pela falta de consideração pela reparabilidade, mas também de manuais de reparação e peças sobressalentes.
O Apple Vision Pro levou a Meta a mudar os seus planos e, segundo informação avançada por Mark Gurman da Bloomberg, a empresa está a preparar o lançamento de um novo headset mais barato e com comandos vendidos à parte.
Há várias inovações nos headsets e óculos de realidade aumentada, mas as soluções criadas para sentir o metaverso mais perto marcaram a edição de 2023 da CES: de luvas hápticas a gadgets que dão uma nova vida ao conceito de “Smell-O-Vision”.