As alegações finais estão feitas e muito em breve serão conhecidas as medidas que vão penalizar a Google pela posição monopolista no mercado das pesquisas online. Como todos os cenários são maus, a empresa já avisou que vai recorrer.
A Apple ainda espera a decisão de um recurso para reverter a decisão que a obriga a aceitar apps como o Fortnite, como contornam os princípios originais da loja, na App Store nos Estados Unidos mas foi obrigada a cumprir decisões anteriores e, para já, a vitória é da Epic Games.
Os remédios propostos pelo Departamento da Justiça dos Estados Unidos à Google passam por obrigar a tecnológica a vender partes do negócio dos anúncios.
A OpenAI assumiu no julgamento da Google que terá interesse em comprar o Chrome se ele for posto à venda, uma decisão que a Google não gostaria de tomar mas à qual pode ser forçada.
Cristina Balan já foi uma das engenheiras de referência da Tesla. Foi demitida em 2014 e prossegue uma batalha judicial contra a companhia que só quer ver terminada com Elon Musk em frente a um júri a pedir desculpa.
Acusada de levar a cabo uma estratégia de aquisições com o objetivo de criar um monopólio, a Meta enfrenta o processo judicial mais sério da sua história nos Estados Unidos, que pode terminar com a venda de parte do grupo fundado por Mark Zuckerberg.
O fundador da Nate vai a julgamento acusado de fraude. Os investidores colocaram na empresa 88 milhões de dólares, para desenvolver uma plataforma de inteligência artificial que não existia.
As taxas referem-se aos custos de aplicação do Regulamento dos Serviços Digitais. Somam 58 milhões de euros, pagos pelas mesmas empresas que a Comissão Europeia mantém sob escrutínio mais aperto. Três não concordam e já recorreram à justiça.
Ainda à procura de uma estratégia eficaz para recuperar a posição de outros tempos na indústria dos processadores, a Intel teve uma vitória importante esta semana. Não segue para julgamento o processo movido por acionistas acusando a gestão de Pat Gelsinger de fraude.