Recentemente, o projeto COSMOS (Cosmic Evolution Survey) revelou o que descreve como a maior visão de sempre do universo profundo, com base em 1,5 TB de dados recolhidos pelo telescópio espacial James Webb.
Entre danças de buracos negros e fenómenos extremos, galáxias distantes e visões dos múltiplos mundos que compõem o nosso Sistema Solar, a NASA destaca uma nova coleção de imagens espaciais impressionantes.
A partir dos telescópios instalados no deserto chileno do Atacama, os astrónomos observaram a interação violenta entre duas galáxias que compararam a uma justa medieval entre dois cavaleiros, com direto a "lanças" e tudo.
A Grande Nuvem de Magalhães é a maior das galáxias satélite da Via Láctea e as suas nuvens brilhantes de gás, com um aspecto semelhante a algodão-doce, foram captadas pelo telescópio espacial Hubble.
O projeto Galaxy Zoo foi atualizado e há novas imagens do telescópio espacial James Webb que pode ajudar a classificar. Mas esta não é a única novidade: a plataforma da iniciativa passa agora a contar com o algoritmo de IA ZooBot.
Descoberta no ano passado, a JADES-GS-z14-0 é a galáxia mais distante confirmada alguma vez observada. Está tão longe da Terra que a sua luz demorou 13,4 mil milhões de anos a chegar, o que significa que a vemos como era quando o Universo tinha cerca de 2% da idade atual.
Desde as anãs castanhas da Nebulosa da Chama até galáxias distantes e padrões cósmicos enigmáticos, o telescópio espacial James Webb continua a abrir portas para uma nova era da astronomia com descobertas importantes.
Do Big Bang ao vento solar, as missões SPHEREx e PUNCH da NASA prometem desvendar mais mistérios cósmicos e contribuir para transformar o entendimento científico atual sobre o Espaço e a vida.