São vários os fatores que estão a levar as empresas europeias a gastarem cada vez mais com segurança digital. Um estudo da IDC revela os países onde esse investimento mais vai crescer e as áreas.
Portugal ocupa o quinto lugar na lista de países da União Europeia mais afetados por ataques de phishing em 2024. No ranking global, o país ocupa o 13º lugar, revelam novos dados avançados pela Kaspersky.
Phishing, segurança de dados e gestão de identidades são algumas das áreas visadas pelos novos agentes inteligentes do esquadrão Microsoft Security Copilot, que a gigante do software acaba de lançar.
O Centro Criptológico Nacional (CCN) espanhol admitiu ter gerido mais de 177 mil ciberataques em 2024, dos quais 382 foram considerados críticos, o que representa um crescimento de 64% face ao ano anterior.
A rápida adoção dos modelos de IA da DeepSeek está a ser acompanhada por um aumento significativo de ciberameaças. A Kaspersky alerta para o risco de fraudes online, roubo de credenciais e a exploração de vulnerabilidades.
A Check Point fez um balanço do ano sobre a cibersegurança em 2024, indicando que os atacantes aumentaram o foco nos motores de busca, conseguindo explorar as vulnerabilidades mais rapidamente nunca, utilizando inteligência artificial e ferramentas de ransomware as a service.
O alerta foi deixado pela Fortinet, que avança com as previsões de cibersegurança para o próximo ano e sobre as tendências na adoção de novas tecnologias, como a inteligência artificial, nos ciberataques.
A par da crise climática, o secretário-geral da ONU destacou o rápido crescimento de novas tecnologias e para o "risco existencial imprevisível" que elas representam, nomeadamente a Inteligência Artificial.