No ano passado as aplicações de finanças foram a segunda categoria que mais cresceu em volume de downloads. Os campeões desta corrida são as fintechs e os serviços que oferecem experiências personalizadas e flexíveis.
Situações como a falsificação de identidade na utilização do Revolut podem ser denunciadas mais rapidamente através de chamadas telefónicas a partir da aplicação.
A fintech alerta que a maioria das fraudes são originadas no Facebook e alerta que é preciso fazer mais para resolver o problema. As críticas da Revolut estendem-se a Portugal.
A associação de defesa do consumidor britânica recolheu informação sobre cinco táticas de fraude mais sofisticadas e avisa para os métodos dos hackers que usam técnicas de engenharia social para enganar até os utilizadores mais atentos.
Com mais de 1.300 colaboradores em Portugal, a Revolut continua a reforçar a equipa a nível global e em 2024 pretende chegar a 11.500 funcionários em todo o mundo.
A Revolut, uma aplicação financeira mais conhecida pela atividade no segmento de viagens, vai avançar com a abertura de uma sucursal em Portugal e está a trabalhar na obtenção de um IBAN nacional, adiantou o responsável pelo projeto, Rúben Germano.
Um novo estudo mostra que apenas dois em cada 10 consumidores se sentem extremamente confiantes na sua capacidade de detectar e evitar uma fraude online.
A Revolut, a Klarna e a Nickel são três exemplos de uma nova geração de empresas de serviços financeiros que já chegaram a Portugal. Abrir uma conta e ter um cartão em poucos minutos, pagar compras em prestações, investir em criptomoedas ou até reservar hotéis são alguns dos serviços que têm para oferecer.
Nos últimos anos a banca investiu em força no digital, para satisfazer um cliente que já não quer ir a agências e que só usa apps, ou para passar para robots tarefas simples, mas caras e demoradas. A IA generativa pode agora dar gás a uma nova onda de transformação, mas há outras áreas onde os investimentos digitais do sector estão a acelerar.