A Amazon finalmente revelou a versão do assistente Alexa alimentado por IA generativa. Tal como o Gemini ou ChatGPT, os utilizadores vão poder fazer compras e outras tarefas conversando com o modelo, que tem capacidade de memória.
“Lembra-me que os bilhetes para Metallica começam a ser vendidos no dia 10”. O exemplo é nosso, mas serve para ilustrar uma nova capacidade que é do ChatGPT, agora apto a programar e preparar tarefas para realizar no futuro.
A Amazon não quer ficar para trás na corrida da inteligência artificial generativa e estará a preparar uma versão renovada da assistente Alexa, mais ao estilo da concorrência moderna e mais interativa.
No ano passado a equipa de universitários da FCT da Universidade Nova de Lisboa já tinha conseguido o segundo lugar nesta competição internacional. Este ano venceu o primeiro prémio com o seu agente inteligente, que ajuda o Taskbot da Alexa a dar pistas sobre como seguir uma receita ou fazer origamis.
Em destaque está a nova coluna inteligente Echo Pop, que se afirma como uma versão mais acessível do modelo Echo Dot. Há espaço ainda para o Echo Show 5, que tem uma versão para os mais novos, e os auriculares Echo Buds.
A mais recente versão internacional do Echo Dot está disponível por um preço de 59,99 euros e conta com uma arquitetura de áudio redesenhada, além de novos sensores.
Segundo a Amazon, um dos grandes objetivos da funcionalidade passa por ajudar os utilizadores a preservarem as memórias de entes queridos que vivem longe ou que já faleceram.
Além de terem uma qualidade de som cada vez melhor, as colunas são cada vez mais inteligentes, tornando-se assistentes pessoais dos utilizadores. E algumas já podem ser utilizadas no exterior, de forma portátil.