Os satélites FireSat vão registar imagens de alta resolução a cada 20 minutos, cobrindo qualquer ponto do planeta, permitindo identificar focos de incêndios florestais em áreas tão pequenas como o equivalente a uma sala de aula.
Desde que começaram os registos por satélite, a taxa anual de aumento do nível do mar mais do que duplicou, atingindo um total de 10 centímetros em 30 anos.
Para que a previsão não se confirmasse, e 2024 não fosse o ano mais quente de que há registo, nos próximos dois meses as temperaturas tinham de descer até perto dos 0 graus, dizem os especialistas, que não têm perspetivas animadoras.
A Google anunciou uma atualização significativa para o serviço Google Earth, que contará com imagens históricas de locais de diferentes partes do mundo, captadas por via aérea e satélite ao longo dos últimos 80 anos.
As imagens recolhidas pelo satélite CryoSat permitem observar a espessura do gelo e com esses dados, calcular os efeitos na povoação de algas, que está a aumentar. A ESA questiona: vão as alterações climáticas tornar o Ártico verde?
As temperaturas médias globais do último ano atingiram máximos históricos em cada mês, numa sequência sem precedentes, segundo dados da NASA. Maio de 2024 foi o maio mais quente de sempre.
O primeiro hackathon virtual “EU Sparks for Climate” realiza-se de 12 a 15 de junho. O objetivo é desenvolver soluções inovadoras, tecnológicas e sociais para combater as alterações climáticas.
As cheias registadas no Rio Grande do Sul no Brasil desde o início de maio já são consideradas as maiores dos últimos 80 anos. As imagens de drones mostram a extensão da inundação.
Cálculos e mais cálculos matemáticos poderão acelerar o tempo e descobrir o nosso “prazo de validade” na Terra? Ninguém sabe, mas o exercício foi feito. Avança um número e mostra as mudanças mais dramáticas dos próximos anos.