A Meta apresentou o protótipo da segunda geração dos óculos de realidade aumentada Aria, com melhorias na visão computacional e mais confortáveis de utilizar.
O descontentamento com os resultados dos testes internos terão levado a Apple a cancelar o desenvolvimento de óculos de realidade aumentada, mas não o plano de vir a lançar um modelo para o segmento, que pode aproveitar algumas das ideias atuais.
Maior rapidez nas entregas será o grande mote de um projeto que a Amazon ainda tem em estudo e que prevê a utilização de óculos de realidade aumentada pelos entregadores ao serviço da empresa.
O ser humano é cada vez mais um “ser quantificado”. Os wearables contam passos e batimentos cardíacos e, em laboratório, interfaces cérebro-computador são utilizados há muito. Mas há limitações.
Setembro promete ser um mês movimentado, com a chegada de novos óculos de realidade aumentada de duas grandes empresas. Depois dos rumores sobre a Meta, é a dona do Snapchat que estará a preparar-se para apresentar a quinta geração dos seus Spectacles.
Uma das notas de destaque dos novos óculos inteligentes da Solos é a possibilidade de escolha entre determinadas configurações, nomeadamente alternar mais facilmente entre lentes transparentes e de sol.
O headset Apple Vison Pro como o conhecemos (ou como nos foi apresentado) pode ter os dias contados. Rumores apontam para a chegada de um sucessor mais barato no próximo ano. Entretanto, também haverá uma proposta de óculos de realidade aumentada a caminho.
Desta vez não é para gamers. A Sony anunciou um sistema de criação de conteúdos imersivos para a interação com objetos 3D vocacionado para profissionais que inclui headsets RX e dois comandos específicos para maior precisão na manipulação de objetos virtuais.