Em abril, a Blue Origin levou para o Espaço a sua primeira missão só com mulheres. O voo deu que falar, mas não pelos melhores motivos, com várias críticas nas redes sociais. Agora, a empresa prepara uma missão mais discreta.
Com o 10º voo tripulado do foguetão New Shepard, a Blue Origin de Jeff Bezos alcançou um novo marco, tendo transportado mais de 50 pessoas além da linha de Kármán, o limite internacionalmente reconhecido do Espaço.
Estava previsto para hoje mas a SpaceX adiou para quarta-feira o sétimo voo de teste da nave Starship, com que os Estados Unidos pretendem levar novamente astronautas à Lua. Ontem também a Blue Origin de Jeff Bezos adiou o lançamento e está agora a rever datas.
O foguetão da Blue Origin tem data de partida marcada para esta quarta-feira, dia 8 de janeiro, a partir da uma hora da tarde em Cabo Canaveral, na Flórida.
Já há várias confirmações de doações milionárias, de empresas de tecnologia e respetivos líderes, para o fundo que vai pagar a festa da tomada de posse de Donald Trump. Há quem diga que é charme, mas pode não chegar para evitar uma nova era de regulação mais dura para as big tech e há sinais disso.
A 25ª missão da nave New Sheperd teve seis “turistas” a bordo, que seguiram numa viagem que durou cerca de 10 minutos. No total, a empresa de Jeff Bezos já levou 37 pessoas ao espaço, entre eles um português.
Mas para Jeff Bezos a estadia no primeiro lugar do ranking de multimilionários da Bloomberg foi breve. Bernard Arnault do grupo LVMH, que fica agora em primeiro lugar, com a sua riqueza a ser avaliada em 197 mil milhões de dólares.
Mark Zuckerberg foi um dos multimilionários que mais viu a fortuna diminuir nos últimos meses, por causa dos receios dos investidores e é agora também um dos que mais recupera o fôlego à boleia da valorização da Meta, mas não é o único.
Este é o segundo teste bem-sucedido ao protótipo do módulo Large Integrated Flexible Environment (LIFE) que, no futuro, vai fazer parte da estação espacial que a empresa de Jeff Bezos está a desenvolver.