Investigador descobre que a Meta utiliza um sistema no Instagram e Facebook para rastrear a navegação em equipamentos Android, mesmo protegidos com VPN, limpando cookies ou usando o modo incógnito.
Afinal, a Google não vai avançar com o plano alternativo que tinha em mente para os cookies de terceiros no Chrome. A decisão surge numa altura em que a gigante tecnológica enfrenta uma nova batalha judicial que pode levar à venda do seu navegador.
A Google anunciou mudanças nas políticas do programa de plataformas de publicidade a começar em fevereiro, que abrangem novos formatos, como Smart TVs e consolas de jogos. As empresas deixam de estar proibidas de utilizar as chamadas técnicas de “impressões digitais”, a recolha de dados dos clientes, que é visto como pior que os cookies.
Depois de vários adiamentos, a Google chegou à conclusão que “matar” os cookies de terceiros teria um grande impacto nas empresas de publicidade e nos publishers online.
Neste artigo de opinião, Guilherme Coelho dispensa os trocadilhos sobre cookies e explica como as empresas se podem preparar para tornar efetiva a privacidade nos media digitais.
Foi adiado para 2025 o plano de acabar com os cookies no browser Chrome, justificando que é preciso continuar a trabalhar com a indústria de anúncios e com os reguladores no projeto.
Um estudo da NordVPN analisou cerca de 54 mil milhões de cookies que foram divulgados na dark web, colocando Portugal em 27º lugar numa lista de 244 países e territórios a nível global.
O “caminho” para este ataque foi descoberto em outubro e aperfeiçoado desde então. Permite tirar partido dos cookies de autenticação da Google para driblar o sistema de autenticação de dois fatores e entrar nas contas dos utilizadores, sem precisar de conhecer a senha de acesso.
A "guerra" aos cookies continua e a partir de janeiro a Google vai começar os testes de proteção para limitar o rastreamento entre websites e restrição do acesso a cookies de terceiros.