MIT-Portugal, CMU-Portugal e UT Austin-Portugal são as três parcerias emblemáticas que há quase 20 anos juntam universidades portuguesas e americanas. Vão continuar até 2030, com um financiamento de 84 milhões de euros.
Foi um tema polémico no final do ano passado, o da renovação das parcerias para a ciência e I&D com três universidades americanas. Um estudo independente vem agora confirmar o impacto positivo dos acordos, na mesma semana em que o Governo autoriza a despesa para a 4ª fase das parcerias.
O Bosch ConnectedWorld mostra em Berlim tecnologia e soluções do grupo alemão e de 70 parceiros nas mais diversas áreas, com destaque para a mobilidade e a industria, num evento onde também se fala de estratégia.
As parcerias que sustentam os programas UT Austin Portugal, CMU Portugal e MIT Portugal vão ser estendidas por mais um ano. O ministério de Elvira Fortunato vai desbloquear o orçamento necessário para dar continuidade aos acordos, que serão revistos pelo próximo Governo, sem comprometer as atividades previstas até lá.
Espera-se que a reunião venha confirmar a continuidade dos acordos até que um novo Governo possa assumir a renegociação, mas dificilmente já será possível manter em 2024 todas as atividades dos anos anteriores, como os doutoramentos de grau dual com a CMU. Os concursos não chegaram a ser lançados por falta de orçamento.
Depois de meses de expectativa, o ministério liderado por Elvira Fortunato tomou uma decisão sobre a continuidade das parcerias para a ciência com universidades norte-americanas. Uma decisão que, aparentemente, não foi bem compreendida e que motivou um coro de críticas.
Um nanosatélite que vai inaugurar uma nova constelação portuguesa já em 2024, a um novo sistema de sensores para cabos submarinos inteligentes, a inovação liderada por empresas portuguesas em parceria com universidades portuguesas e americanas chegou a resultados que prometem dar que falar no futuro.
Os doutoramentos de grau dual têm sido um dos grandes focos da parceria que junta a Universidade de Carnegie Mellon ao sistema científico português desde 2006, mas os responsáveis do programa partilham outros dados e exemplos dos resultados da cooperação.