O governo francês anunciou várias medidas contra a violência nos adolescentes, incluindo a proibição de redes sociais para menores de 15 anos, na sequência da morte de uma vigilante escolar durante um controlo de mochilas.
Os algoritmos das redes sociais, como o TikTok, o Instagram ou o Facebook, sugerem imagens de atropelamentos e violência doméstica a jovens com 16 anos. O que estão estas plataformas e o Governo do Reino Unido a fazer para evitar este tipo de sugestões “para ti”?
O jovem português de 17 anos detido na quinta-feira no norte por suspeitas de homicídio e incitamento ao ódio e à violência, que levou à morte de uma rapariga no Brasil, ficou hoje em prisão preventiva, segundo fonte judicial.
Morte e mutilação de animais, automutilação grave de jovens, propaganda nazi e venda de pornografia infantil eram algumas das práticas promovidas no grupo no Discord promovido pelo jovem que a Polícia Judiciária deteve em Portugal.
A tecnologia de deepfakes não é usada só com cantores ou atores. Qualquer pessoa pode ser vítima de uma chantagem com base neste tipo de imagem manipulada, ou alvo de brincadeiras sem graça para criar conteúdos íntimos. Como deve agir se lhe acontecer a si? Os mesmos recursos valem para vítimas de outras formas de violência baseada em imagens.
Grupos de WhatsApp partilhados entre amigos ou colegas de escola e Stories no Instagram estão entre os lugares preferidos para divulgar deepfakes que juntam o rosto de alguém, a uma pose ou comportamento que não teve, muitas vezes de cariz sexual. Os números de denúncias e de vítimas menores estão a aumentar.
Entre os vídeos identificados pelos especialistas do Tech Transparency Project incluíam-se, por exemplo, cenas que retratavam tiroteios em escolas ou outros locais, demonstrações dos danos que podem ser causados por armas ou guias para modificar armas.
Mais de 800 conteúdos relacionados com terrorismo e organizações violentas de extrema-direita foram retirados da Internet pela Europol, anunciou hoje o Centro de Informações contra o Terrorismo e o Crime Organizado (CITCO) de Espanha, que coordenou a operação.