Entre danças de buracos negros e fenómenos extremos, galáxias distantes e visões dos múltiplos mundos que compõem o nosso Sistema Solar, a NASA destaca uma nova coleção de imagens espaciais impressionantes.
O concurso Milky Way Photographer of the Year regressa com novas fotografias espetaculares do espaço. Este ano conta com uma contribuição especial do astronauta Don Pettit que captou a Via Láctea a partir Estação Espacial Internacional.
Com a ajuda do telescópio James Webb, cientistas estão a avançar na compreensão da meteorologia exoplanetária e descobriram que as variações de brilho observadas no objeto SIMP 0136, uma massa planetária flutuante, são mais complexas do que se pensava.
A análise mais detalhada do buraco negro supermassivo no centro da Via Láctea revelou que o disco giratório de gás e poeira (disco de acreção) que o orbita emite um fluxo constante de explosões sem períodos de descanso.
Embora rodeado de muitas dúvidas, Quipu não deixa de ser um marco na exploração do Universo. Classificado como o maior objeto galáctico conhecido, faz 13 mil vezes o comprimento da Via Láctea.
Marcada por colisões e transformações, Andrómeda é uma janela para a evolução do cosmos. O telescópio Hubble revela detalhes únicos desta galáxia vizinha, desvendando segredos que enriquecem o entendimento do universo e da própria Via Láctea.
Depois de mais de uma década a mapear o céu, a missão Gaia da ESA concluiu a sua jornada científica, mudando para sempre o nosso entendimento da Via Láctea. E há um vídeo incrível para celebrar.
Uma galáxia surpreendentemente leve, formada nos primórdios do Universo, foi analisada em detalhe pelo telescópio James Webb. Batizada de Firefly Sparkle, revela como estrelas e galáxias começam a moldar-se em fases tão iniciais.
A supergigante vermelha WOH G64 situa-se a uns impressionantes 160.000 anos-luz de distância da Terra, mas ainda assim foi possível obter uma imagem extremamente nítida, graças ao Very Large Telescope.